
As filmagens do filme chegam a Hull.
Isto é o que sabemos com certeza: Na terça-feira em Gatineau, uma equipe começou a trabalhar para o inicio das filmagens de cenas do filme de 28 milhões de dólares, baseado no romance best-seller de 1957 de Jack Kerouac.
Dizem que membros da produção visitaram “muitos lugares” e se instalaram em algumas ruas e uma casa velha em um bairro de Gatineau.
Quem rodará cenas ali, nem sequer o time de produção instalada na cidade diz saber. “Não somos mais que a organização da produção. Não sei quem está na cidade”, disse uma pessoa da equipe.
Certamente não é incomum filmar com nenhum dos atores no set, mas se alguns deles aparecer, será uma situação cheia de estrelas. Os dois protagonistas masculinos, Garrett Hadlund e Riley Sam – são relativamente desconhecidos, mas estando em um filme sobre uma viagem por uma rodovia, há uma grande lista de personagens.
Entre os que são conhecidos estão Kirsten Dunst (Homem Aranha), Amy Adams (Julie e Julia), Viggo Mortensen (O Senhor dos Anéis), Elisabeth Moss (Mad Men) e o ator Steve Buscemi.
Entre os que são conhecidos estão Kirsten Dunst (Homem Aranha), Amy Adams (Julie e Julia), Viggo Mortensen (O Senhor dos Anéis), Elisabeth Moss (Mad Men) e o ator Steve Buscemi.
Apesar do mistério de quem estará aqui, Triguena disse que a produção é a maior já vista entre Ottawa e Gatineau.
Nem todo o orçamento será gasto aqui. A duração total das filmagens será de 65 dias. Algumas partes já foram feitas em Montreal e haverá mais nos Estados Unidos e México.
Eddy, Wright, De Lorimier serão as ruas que estarão fechadas durante os quatro dias de filmagens. Também haverá restrições de estacionamento nas proximidades destas ruas. Como é comum quando os filmes são feitos na capital, Gatineau não aparecerá como tal. Uma antiga casa foi selecionada para uma cena em Denver, Colorado em 1947. Carros antigos estão sendo trazidos para a filmagem.
Um dos produtores executivos é Fracis Ford Coppola, que comprou os direitos do livro há muitos anos. O diretor é Walter Salles (Diários de Motocicleta). Em grande parte autobiográfica, o livro é considerado um romance da Geração Beat. E segue vendendo umas 100.000 por ano.
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